Há 17 anos
sábado, 25 de outubro de 2008
Reprodução assexuada: de Byakugan Kamerman
Reprodução assexuada
A reprodução assexuada ocorre quando se formam clones a partir de um ser vivo. Não é necessária a intervenção de gâmetas. Os novos seres podem nascer a partir de fragmentos do ser vivo.
Entre os animais, um dos exemplos mais conhecidos é o da estrela-do-mar que, ao perder um dos braços, pode regenerar os restantes, formando-se uma nova estrela-do-mar do braço seleccionado. O novo ser é geneticamente idêntico ao "progenitor". É o que se chama um "clone".
Nas plantas a reprodução assexuada é também frequente, utilizando-se esta capacidade reprodutiva na agricultura. Por exemplo, as laranjas da Bahia (sem sementes) provêm todas do mesmo clone (considerando clone o conjunto de todos os seres geneticamente idênticos, provenientes de um mesmo ser vivo), a partir de uma laranjeira mutante aparecida na região da Bahia no Brasil. Efectivamente, esta árvore, ao não produzir sementes só se pode reproduzir por enxerto ou estaca.
Há vários tipos de clonagem assexuada. Os mais conhecidos são: a fragmentação, a partenogénese, a bipartição, a gemulação, a esporulação e a multiplicação vegetativa.
Fragmentação - o organismo fragmenta-se espontaneamente ou por acidente e cada fragmento desenvolve-se originando novos seres vivos.(ex: algas, estrela-do-mar)
Partenogénese - processo através do qual um óvulo se desenvolve originando um novo organismo, sem ter havido fecundação.(ex: abelha, formiga, alguns peixes, alguns repteís, alguns anfíbios)
Bipartição ou fissão binária ou cissiparidade - um indivíduo divide-se em dois com dimensões sensivelmente iguais.(ex: ameba, planária, paramécias)
Gemulação - num organismo formam-se uma ou mais dilatações - gomos ou gemas - que crescem e desenvolvem-se originando novos organismos.(ex: hidra de água doce, levedura)
Esporulação - formação de células reprodutoras - os esporos - que, ao germinarem, originam novos indivíduos.(ex: fungos)
Multiplicação vegetativa - nas plantas, as estruturas vegetativas, raízes, caules ou folhas, por vezes modificadas, originam, por diferenciação, novos indivíduos.(ex: cenouras (raízes), batateira (tubérculo), fetos (rizoma), Bryophyllum (folha).
A reprodução assexuada ocorre quando se formam clones a partir de um ser vivo. Não é necessária a intervenção de gâmetas. Os novos seres podem nascer a partir de fragmentos do ser vivo.
Entre os animais, um dos exemplos mais conhecidos é o da estrela-do-mar que, ao perder um dos braços, pode regenerar os restantes, formando-se uma nova estrela-do-mar do braço seleccionado. O novo ser é geneticamente idêntico ao "progenitor". É o que se chama um "clone".
Nas plantas a reprodução assexuada é também frequente, utilizando-se esta capacidade reprodutiva na agricultura. Por exemplo, as laranjas da Bahia (sem sementes) provêm todas do mesmo clone (considerando clone o conjunto de todos os seres geneticamente idênticos, provenientes de um mesmo ser vivo), a partir de uma laranjeira mutante aparecida na região da Bahia no Brasil. Efectivamente, esta árvore, ao não produzir sementes só se pode reproduzir por enxerto ou estaca.
Há vários tipos de clonagem assexuada. Os mais conhecidos são: a fragmentação, a partenogénese, a bipartição, a gemulação, a esporulação e a multiplicação vegetativa.
Fragmentação - o organismo fragmenta-se espontaneamente ou por acidente e cada fragmento desenvolve-se originando novos seres vivos.(ex: algas, estrela-do-mar)
Partenogénese - processo através do qual um óvulo se desenvolve originando um novo organismo, sem ter havido fecundação.(ex: abelha, formiga, alguns peixes, alguns repteís, alguns anfíbios)
Bipartição ou fissão binária ou cissiparidade - um indivíduo divide-se em dois com dimensões sensivelmente iguais.(ex: ameba, planária, paramécias)
Gemulação - num organismo formam-se uma ou mais dilatações - gomos ou gemas - que crescem e desenvolvem-se originando novos organismos.(ex: hidra de água doce, levedura)
Esporulação - formação de células reprodutoras - os esporos - que, ao germinarem, originam novos indivíduos.(ex: fungos)
Multiplicação vegetativa - nas plantas, as estruturas vegetativas, raízes, caules ou folhas, por vezes modificadas, originam, por diferenciação, novos indivíduos.(ex: cenouras (raízes), batateira (tubérculo), fetos (rizoma), Bryophyllum (folha).
Multiplicação vegetativa - de Byakugan Kamerman
multiplicação vegetativa
Tipo de reprodução assexuada, semelhante à fragmentação, mas que ocorre essencialmente nas plantas superiores, a partir de estruturas ou partes da planta capazes de regenerar um indivíduo completo.A multiplicação vegetativa pode ser natural, formando-se as novas plantas a partir de partes da planta-mãe (ex.: folhas, estolhos, rizomas, raízes tuberculosas, tubérculos, bolbos, bolbilhos, gomos aéreos, caules rastejantes) ou artificial como o método da estaca, a mergulhia e a enxertia.
Reprodução vegetativa
Reprodução vegetativa é um meio de reprodução assexuada verificada em várias espécies de fungos, algas e plantas terrestres. Se dá pela simples cisão de algum órgão vegetativo e posterior brotamento da parte seccionada, transformando-se em outro indivíduo. Também é conhecida como reprodução clonal.
Os fungos são compostos por um micélio altamente ramificado e pouco resistente a tensão mecânica, podendo se partir com facilidade. A reprodução vegetativa se dá, neste caso, quando as suas hifas se partem, e as partes voltam a crescer independentemente.
Em organismos vegetais de maneira geral, a totipotência celular permite que qualquer célula especializada retorne ao seu estágio indiferenciado, para posteriormente se transformar em outro tipo celular completamente diferente. Esta propriedade favorece a reprodução vegetativa nos vegetais propriamente ditos. Em algas, por exemplo, pequenos fragmentos do talo podem se regenerar e dar origem a indivíduos inteiros sem muita dificuldade, uma vez encontrado o ambiente ideal para seu desenvolvimento.
Em briófitas, especialmente em hepáticas, a reprodução vegetativa se dá por propágulos, pequenas massas de células indiferenciadas originadas da própria planta que são carregadas pela água, germinando e dando origem a clones em outras localidades.
As traqueófitas apresentam uma tendência à reprodução vegetativa pela cisão de rizomas - este tipo de reprodução é particularmente comum em plantas rizomatosas. Há também o brotamento e destacamento de tubérculos, cormos e bulbos subterrâneos ou de bulbilhos nas axilas das folhas (comum em lírios). Em algumas espécies da família Crassulaceae, a reprodução vegetativa é efetuada por propágulos gerados nas bordas das folhas, propágulos estes que são largados ao solo após algum tempo de maturação, favorecendo o surgimento de grandes colônias de clones. Em certas espécies, principalmente as que possuem folhas ou caule de consistência carnosa (como begônias, cactos e euphorbias), têm a tendência a gerar novos indivíduos com facilidade quando alguma parte de seu corpo se quebra e pousa sobre o solo.
Na agricultura e na floricultura, a reprodução vegetativa pela enxertia, alporquia, mergulhia, ou simples divisão de rizomas e bulbos é praticada para a obtenção de um grande número de indivíduos com características desejáveis do ponto de vista econômico.
Tipo de reprodução assexuada, semelhante à fragmentação, mas que ocorre essencialmente nas plantas superiores, a partir de estruturas ou partes da planta capazes de regenerar um indivíduo completo.A multiplicação vegetativa pode ser natural, formando-se as novas plantas a partir de partes da planta-mãe (ex.: folhas, estolhos, rizomas, raízes tuberculosas, tubérculos, bolbos, bolbilhos, gomos aéreos, caules rastejantes) ou artificial como o método da estaca, a mergulhia e a enxertia.
Reprodução vegetativa
Reprodução vegetativa é um meio de reprodução assexuada verificada em várias espécies de fungos, algas e plantas terrestres. Se dá pela simples cisão de algum órgão vegetativo e posterior brotamento da parte seccionada, transformando-se em outro indivíduo. Também é conhecida como reprodução clonal.
Os fungos são compostos por um micélio altamente ramificado e pouco resistente a tensão mecânica, podendo se partir com facilidade. A reprodução vegetativa se dá, neste caso, quando as suas hifas se partem, e as partes voltam a crescer independentemente.
Em organismos vegetais de maneira geral, a totipotência celular permite que qualquer célula especializada retorne ao seu estágio indiferenciado, para posteriormente se transformar em outro tipo celular completamente diferente. Esta propriedade favorece a reprodução vegetativa nos vegetais propriamente ditos. Em algas, por exemplo, pequenos fragmentos do talo podem se regenerar e dar origem a indivíduos inteiros sem muita dificuldade, uma vez encontrado o ambiente ideal para seu desenvolvimento.
Em briófitas, especialmente em hepáticas, a reprodução vegetativa se dá por propágulos, pequenas massas de células indiferenciadas originadas da própria planta que são carregadas pela água, germinando e dando origem a clones em outras localidades.
As traqueófitas apresentam uma tendência à reprodução vegetativa pela cisão de rizomas - este tipo de reprodução é particularmente comum em plantas rizomatosas. Há também o brotamento e destacamento de tubérculos, cormos e bulbos subterrâneos ou de bulbilhos nas axilas das folhas (comum em lírios). Em algumas espécies da família Crassulaceae, a reprodução vegetativa é efetuada por propágulos gerados nas bordas das folhas, propágulos estes que são largados ao solo após algum tempo de maturação, favorecendo o surgimento de grandes colônias de clones. Em certas espécies, principalmente as que possuem folhas ou caule de consistência carnosa (como begônias, cactos e euphorbias), têm a tendência a gerar novos indivíduos com facilidade quando alguma parte de seu corpo se quebra e pousa sobre o solo.
Na agricultura e na floricultura, a reprodução vegetativa pela enxertia, alporquia, mergulhia, ou simples divisão de rizomas e bulbos é praticada para a obtenção de um grande número de indivíduos com características desejáveis do ponto de vista econômico.
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